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Tratamento de Esgoto chega ao Bairro da Campininha

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Sessenta e sete Unidades Sanitárias Individuais (USI) estão sendo instaladas do Bairro Campininha em Cesário Lange. R$ 246 mil devem ser investidos na obra. O recurso é da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo.
A ação faz parte do programa “Água é vida”, que visa levar água potável e tratamento de esgoto em localidades de pequeno porte ocupadas por população de baixa renda, por meio de Unidades Sanitárias Individuais (USI) e de redes individuais para fornecimento de água potável.
De acordo com o engenheiro da SANEX soluções Ltda, empresa que venceu a licitação para a execução da obra, as unidades sanitárias, contam com caixa de gordura, caixa de inspeção, tanque séptico, sumidouro e filtro Anaeróbio.
Como funciona a USI
As miniestações de tratamento de esgoto são divididas por etapas. Primeiro, os efluentes passam pelos tanques anaeróbios - ou tanques sépticos - que têm função de fazer com que as bactérias do próprio esgoto possam trabalhar, sem a incidência de oxigênio, para torná-lo estável. Em seguida, por meio de filtros, essa água já inerte e digerida se torna ainda mais limpa antes de ser despejada no ambiente.
O tratamento começa na caixa de gordura. Ela recebe todo despejo vindo da cozinha e separa o óleo por diferenças de densidade. Por ser mais leve, o resíduo gorduroso se separa da água e fica retido dentro da caixa, assim é possível remove-lo e ele não segue para próxima etapa do processo, que é a caixa de inspeção. Esse ciclo recebe o líquido vindo da caixa de gordura e das outras saídas da residência verificando os efluentes inseridos no sistema, e juntando todo conteúdo para ser tratado.
Em seguida, os resíduos vão para o tanque séptico. Ele recebe todo o efluente que deve ser tratado. Neste ciclo, os microrganismos se encarregam de realizar a decomposição da matéria orgânica, retirando também grande parte do material sólido através de decantação. Depois disso, o sumidouro fará o retorno do efluente tratado ao meio-ambiente, além de permitir a continuidade da decomposição orgânica que acontece no tanque séptico. No sumidouro é realizada também a infiltração no solo, que terminará de tratar o material antes que este tenha contato com a água subterrânea.
No caso das Unidades do Tipo 1, após o efluente ser tratado no Tanque Séptico ele segue caminho para o Filtro Anaeróbio. Neste filtro, através de reações biológicas o efluente atingirá patamares de tratamento superiores a 80% de remoção de carga orgânica, o que permitirá que o efluente após sua saída do filtro possa ser lançado diretamente em corpos d’água, ou mesmo infiltrado em locais com presença de lençol freático mais próximo à superfície.

 
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